Esta é a histórica praça de maio em Buenos Aires, ao fundo a Casa Rosada, sede do governo argentino. A praça constitui-se em um lugar muita historia e paz, vistada por pessoas do mundo inteiro. Estivemos por lá Paulo ( meu filho) e eu, quando da participação de encontro que discutia o desenvolvimento rural latino americano.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

O ensino de costas

Em uma coluna semanal na folha de São Paulo, Ariano Suassuna escreveu em 18/05/99.

Certa vez em uma aula em que dei em São Paulo, afirmei que as Universidades brasileiras pensam e ensinam de costas para o nosso país. E, para provar o que estava dizendo, pedi que levantassem a mão os que, ali, pelo menos uma vez, já tivessem ouvido falar em Kant. Todo o mundo fez o gesto que eu solicitara. Fiz então, pedido igual a em relação a Matias Aires - e somente um rapaz ergueu de novo amão, que baixara. Comentei então: Estão vendo? Matias Aires, o maior pensador de língua portuguesa do seculo 18, era brasileiro e paulista; e, aqui, só é conhecido por aquele rapaz que ali está! Voltei-me para o solitário e indaguei: Você já leu Matias Alves? Ou somente ouviu falar sobre ele, em alguma das aulas que recebeu? O rapaz respondeu: Nem uma coisa e nem outra. Conheço o nome porque, aqui em São Paulo, moro na rua Matias Aires.
Demerval Saviani no livro Educação no Brasil 2001

domingo, 15 de janeiro de 2012

Fórum Social Mundial


Vamos estar socializando conhecimentos no Fórum Social Mundial, que acontece este més em Porto Alegre.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Para onde vamos após a morte





Recordando as grandes perdas que a vida nos coloca, pensava onde estariam os grandes amigos que se foram desta vida, neste momento. Pessoas que realmente deixam saudades. Assim entre as diversas possibilidades,explicações e leituras que fiz , uma me chamou a atenção, e fez com que tivesse vontade de repartir com mais pessoas que possam se interessar pelo tema que julgo valer a pena ler. Trata -se de "A Mansão dos Lilases" um livro em que Célia Xavier, nos remete a uma reflexão da vida terrena e nos faz pensar como vivemos de forma pouco correta, na medida em que vivemos para o ter e deixamos de lado a vivencia do ser. Sim pois já faz bastante tempo que temos vivido só para o ter, e muito pouco temos pensado no ser. A obra explica como em todas as situações da vida há uma lição a aprender.

Um novo livro nas bancas




Já está nas bancas o livro "Formação de Lideres -Uma mudança cultural. A obra é resultado de um esforço conjunto de pesquisadores do Brasil, Uruguai e Paraguai, e retrata um espaço de construção de novos saberes entre agricultores, extensionistas, pesquisadores e estudantes, de Universidades e orgãos públicos destes países. Este trabalho tem como organizadores, pesquisadores do IFF São Vicente do Sul, e compõem o desejo de contribuir com o dinamismo e a complexidade da qual se trata o desenvolvimento rural. No livro, na pag 103 está publicado o artigo que relata uma experiencia de artesanato em papel jornal com mulheres rurais dos assentamantos da reforma agraria em Capão do Cipó, de autoria deste gaúcho e Paulo Silveira prof da UFSM, e traz uma tentativa de propor nesta realidade alternativas de trabalho, renda e ocupação.Cujo resultado gera, hoje, renda a familias nesta realidade.

sábado, 26 de novembro de 2011

Uma importante contribuição


Prezado(a)

VILSON FLORES DOS SANTOS,


Informamos que seu trabalho nº 17360 - Mulheres Rurais: valorização, contribuição e trabalho nos assentamentos de reforma agrária de Capão do Cipó, foi selecionado para apresentação no 5º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária. O evento acontecerá de 08 a 11 de novembro de 2011, na cidade de Porto Alegre – Rio Grande do Sul, nas quatro sedes das instituições organizadoras: UFRGS/Campus Central (Av. Paulo Gama, 110), UFCSPA (Rua Sarmento Leite, 245), PUCRS (Av Ipiranga, 6681) e Uniritter (R. Orfanotrófio, 555).

Amostra da trabalho.

Mulheres Rurais: valorização, contribuição e trabalho

A reforma agrária tem significado uma mudança na dinâmica das regiões reformadas, tanto no aspecto de movimentação de ativos dada aos novos produtores e consumidores, como nos hábitos e costumes das populações locais. Neste sentido, a emergência das mulheres rurais como agentes econômicos e sujeitos políticos surge como fator importante no desenvolvimento dos assentamentos rurais. Assim aponta-se um processo dinâmico em curso onde as mulheres assumem papel ativo nas atividades econômicas e nos espaços políticos, significando uma re-acomodação nas formas tradicionais de gestão, assentadas nos homens e no processo organziacional, onde historicamente tem sido excluídas.

Estivemos por lá aprendendo com os demais e socializando conhecimentos.



domingo, 13 de novembro de 2011

A perda de um grande amigo o Chicão

Meu amigo era uma pessoa especial, vivia para todos,e a todos atendia com mesmo carinho e o mesmo afeto. Nossa amizade não era recente, remonta a nossa infância, aos jogos de futebol e as bolinhas e gude que carinhosamente chamavamos de" bulitas", eu sempre soube que somente pessoas que vivenciam a solidariedade de fato são muito especiais. Sei também que a estas é reservado um lugar especial, onde penso que deve estar agora o meu amigo. Ficamos com seu exemplo, honesto,humilde,determinado, e soubemos também que podem vir outros, e até podem ser parecidos, mais igual, não teremos. Por que pessoas assim são únicas

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Para contribuir

Comentário

Traduzido em português chega ao Brasil o livro da proto feminista Mary Wollstonecraft (1757-1792). “A vindication of the rights of woman”.Esta obra polemica publicada a 218 anos, retrata a vida conturbada e dramática da ambiciosa e talentosa Mary que exerceu os papeis de governanta, dama de companhia, professora, dona de escola, tradutora, resenhista, autora, mãe de duas filhas ( sendo uma delas autora de Frankenstein), amante esposa, arrimo de família e ativista política, desde de muito cedo se via como a primeira de uma “nova espécie”, incapaz de trilhar um caminho batido como revelou certa vez.

A obra dirigida as mulheres e homens de varias posições, legisladores, pais, mães, padres, e outras diversas classes sociais, retrata o fervor por direitos então em voga,no período que segue da Revolução Francesa. Como legisladora em sua época a autora era responsável por um projeto de educação nacional, que procurava reconhecer a mulher como integrante da participação dos direitos naturais da humanidade.

Neste particular uma questão fundamental precisava a ser enfrentada: a educação das mulheres, assim como a dos homens que deveria se pautar pela crença na racionalidade dos seres humanos e ter como objetivo a autonomia intelectual e moral de todos.

Passados mais de dois séculos, e assistimos ainda todos os dias em todos os lugares do mundo, cenas que demonstram o quanto ainda é tímido o tratamento adequado com quem é dito “diferente’, entre outras tantas mazelas sociais em respeito ao tema, recentemente vivenciemos por um canal aberto de TV no Brasil, forte preconceito com um ser pertencente a esta classe social, quando já na primeira intervenção de exclusão a vitima foi alguém que pertencia a um dos grupos de comportamento, praticas ou vivencia diferenciada.

Embora seja avesso a todos os programas temas o textos que citem ou evidenciam atos de exclusão do mais simples a o mais complexo grupo social, o que deixa perplexo e esta quase insanidade, de nos fazer crer que esta tudo bem, que é normal esta realidade, quando na verdade sabemos que não o é.

Neste particular bastou a personagem ser identificada por meios poucos conhecidos e pronto no momento seguinte já se havia dado um jeito para a exclusão deste de seu grupo. Não sei se foi responsabilidade do canal de TV ou ainda do próprio grupo, o certo é que aconteceu, e o pior que foi em rede nacional, perdendo assim uma ótima oportunidade de ficar ainda mais fundo as raizes deste seguimento social.