Esta é a histórica praça de maio em Buenos Aires, ao fundo a Casa Rosada, sede do governo argentino. A praça constitui-se em um lugar muita historia e paz, vistada por pessoas do mundo inteiro. Estivemos por lá Paulo ( meu filho) e eu, quando da participação de encontro que discutia o desenvolvimento rural latino americano.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

A MÚSICA COMO UM INSTRUMENTO PARA UMA CULTURA DA PAZ

A música como linguagem que vamos publicar em blocos nos proximos dias deste feriado tem por base uma pesquisa publica por Hugo Vela e Daniel Morales e Ubiratam Costa pesquisadores da UFSM, por ocasião do I SEMINÁRIO INTERNACIONAL PARA UMA CULTURA DA PAZ E DIREITOS HUMANOS.Onde estivemos presentes.
No prefácio da obra, O Homem através da Arte, o caso da Música (1965), William Carr afirma: nada reflete melhor o progresso social do homem do que a arte. E que por tal razão, o estudo das obras mestras, e eu acrescentaria que também da arte popular, mostra como o artista conseguiu através da contemplação, plasmar para a posteridade as múltiplas facetas do caráter humano, como experiência reveladora. A arte, afirmou o músico e compositor Raul Seixas em sua última entrevista, é a expressão social de uma época. Portanto, se esta é uma regra para a arte em geral, erudita ou não, a música esta nos primórdios das relações entre pensamento e sociedade, ideologia e estrutura, expressão e prática, verbo e ação.
Neste sentido, Ernst Schurmann, no livro: A Música Como Linguagem (1988, p. 09-10), baseando-se nas teses de Althaus e Henne, relativas à comunicação social, considerando esta como a totalidade das atuações mutuas dotadas de função sígnica ou simbólica, sustenta que a música é uma forma de linguagem, uma linguagem musical, onde a música, ou pelo menos, certas manifestações musicais, pertencem a um campo de fenômenos mais amplo, chamado linguagem. Linguagem sonora, verbal, e musical. E para o pioneiro da Antropologia, L. H. Morgan, a formação da linguagem verbal remonta à fase inferior do estado selvagem, isto é, a um período do plistoceno que antecede a era paleolítica (apud Schurmann Op cit p. 14). George Thonson estudando as Origens da Ciência e da Arte (10) a partir das tribos Maoris na Nova Zelândia, os Ponkas do Missouri nos EUA e os Zunhis de Novo México, procura o que ele chama de surgimento da essência humana, ou seja, de um pensamento racional sobre a natureza e a criação da arte, neste caso da música e a poesia, conclui que a evidência revisada até hoje, psicológica e lingüística indica que o complexo associativo musica e sociedade pertence a uma etapa muito afastada do desenvolvimento do pensamento humano. Essa conclusão se confirma pela evidência do totemismo, que nada mais é do que a ideologia característica da tribo primitiva.
....... Continua amanhã ................

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Somos todos parentes

Isto não é uma afirmação religiosa, e sim da Ciência. Andre Langani e Luigi Cavalli Esforça, pesquisadores em genética da Universidade de Stanford, nos EUA, junto com colegas de linguistas, seguiram as trilhas linguisticas de 45 povos, em 45 regiões do planeta, e cruzaram 5 bilhões de informaçãoes genéticas concluindo, até prova em contrario, que Todos Somos Parentes. Da obra de Hugo Vela, "Educação Ambiental" amigo cientista, orientador e companheiro de trabalho.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

A viagem

Nos proximos dias a sociedade embarca em uma viagem. A viagem proporcionada pela fantasia, pela alegria, a viagem que faz com que o corpo quieto torne-se um corpo agitado, e aflore um desejo vivo, pulsante, desafiador. O caminho ou os caminhos para essa viagem são muitos. São diversos, precisamos saber escolher, para que a alegria não torne lagrimas ou tristezas Mesmo que utópico o momento é eterno, por que como nos ensina Friedrich Nietzshe, um dos mais inquieto pensador de todos os tempos " no fim de contas nós amamos nossos desejos, e não o que nós desejamos".

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

É carnaval



È carnaval, para os que gostam uma das preocupaçãoes e com o clima, todos querem saber se fará um calorão daqueles de alguns dias atrás ou se irá chover, ainda mais que este ano que temos carnaval ao ar livre em Santiago. Se chover frustação, calor demais insatisfação, mal estar etc...
Em verdade com chuva ou com calor, os tempos mudaram, foram-se os carnavais de cinco noites e mais o enterro dos ossos, do Clube Sete, palco de tantos encontros e casamentos que perduram até hoje, foram-se os carnavais do circulo militar que sempre era o ultimo a terminar, foram-se os carnavais do Clube União com dezenas de blocos onde reuniam-se a maioria dos jovens. O Gremio resistiu um pouco mais mais não aguentou e agora é só para crianças. Nosso carnaval foi para Jaguari e hoje faz se de tudo para que os jovens voltem a agraditar e participar no carnaval de Santiago. Enfim sem eles, não tem carnaval. Há quanto riso, Há quanta alegria. Quantos gatinhos e gatinhas estão pulando em outros lugares. Enfim foram -se os bailes de salão que passava-se um tempo preparando-se para estes momentos.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Sociedade da pressa



Vivemos com pressa e isto é um fato. Chegamos ao ponto de vivermos sem vivenciarmos os acontecimentos. Ou seja: fomos aos poucos ao longo do tempo social perdendo a capacidade de saborearmos nossos saberes. Buscando mundos simultaneos e diversos temos cada vez mais navegado no mar da técnica, alargamos assim o instito criativo de perpetuar nossa presença no Universo, atraves de coisas realizadas e conquistadas. Em contra partida somos uma humanidade angustiada e insatisfeita. Não olhamos mais a esseência das coisas que fizemos, e por esta razão estamos ficando cada vez mais vazios, assim continuamos a fazer, fazer, fazer ou ter, ter e ter... Enfim qual é o horizonte

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Simpósio Internacional de Historia Ambiental e Migrações

Florianópolis SC, Brasil - 13, 14 e 15 de setembro de 2010Os integrantes do Laboratório de Imigração, Migração e História Ambiental (LABIMHA) têm o prazer de convidar colegas pesquisadores para submeterem propostas de trabalho para o Simpósio Internacional de História Ambiental e Migrações. O Simpósio acontecerá em Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, de 13 a 15 de setembro de 2010. O local do evento será a Universidade Federal de Santa Catarina.Neste Simpósio serão tratadas várias temáticas de História Ambiental e Migrações, contemplando diferentes períodos e regiões do globo. Como uma das características da História Ambiental, o Simpósio está aberto a pesquisadores de todas as disciplinas e backgrounds.A língua oficial do evento é o português, mas trabalhos em espanhol e inglês serão aceitos também. As propostas devem ser submetidas através do nosso sistema online.Todos os trabalhos submetidos serão analisados pela Comissão Científica e devem atender a um dos temas abaixo:
A todos que interessam uma contribuição do NEPALS / UFSM

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Medicina de Hortaliças - A Alface

A alface é uma planta hortense da família das Compostas e de que se faz sobre tudo a salada. Esta hortaliça merece interesse não só pelo seu valor alimentício mas também de acordo com Balbach & Boarim ( 1992), pelas suas virtudes medicinais. A alface é laxante, diurética, depurativa, calmante, eupéptica, mineralizante, vitaminizante e desintoxicante.
O seu talo fornece um suco espesso e leitoso, o lactucarium, que contém a lactucina, um principio ativo amargo, graças ao qual esta encerra propriedades hipnóticas. Este suco é um sedativo natural do sistema nervoso. Ainda prescreve-se contra a insônia, palpitações do coração, bronquite, gripe, reumatismo. È também um excelente sedante genital, pois aplaca o excessivo desejo sexual
As folhas da alface consumida em forma de salada, também possuem propriedades medicinais: são indicadas nas afecções dos rins, enfermidades das vias urinarias, enfermidades da pele, dores intestinais, reumatismo tosse e bronquite, sendo que também pode-se preparar um chá. Neste caso usa-se: Por cozimento 50 a 80 gramas de folhas de alface para cada litro de água e toma-se de duas a quatro xícaras por dia.
O Dr. Leo Manfred explica que a alface é muito indicada para a tosse e os catarros bronquiais.
As folhas verdes externas, da alface, contem pelo menos 30 vezes mais vitaminas. Do que as brancas, internas, o mesmo acontece com outras verduras como o repolho e o aipo.
Em breve tem mais